Após agenda em São Paulo, Romero anuncia ações e projetos na área de mobilidade urbana para Campina

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, avaliou positivamente a agenda administrativa cumprida esta semana no Estado de São Paulo. Na capital paulista e no município de Araras, Romero conheceu projetos inovadores na área de trânsito que serão adotados, a curto prazo, em Campina. Destacou inovações para a Zona Azul, equipamentos semafóricos inteligentes e estações públicas de bicicletas.

Romero visitou o município de Araras, onde foi recebido pelo prefeito Junior Franco (DEM). Franco apresentou-lhe o sistema de Zona Azul em vigor na cidade, com pontos de vendas e o recurso de uso do modelo de estacionamento rotativo a partir de aplicativo.Já na capital paulista, entrou em contato com a equipe que desenvolveu e aplicou o projeto de semáforo inteligente. “Tal recurso trabalha de conformidade com a contagem volumétrica de veículos, liberação de faixa de pedestres e outras ações. Ele seria implantado em caráter experimental, em um dos trechos da Avenida Floriano Peixoto”, revelou.

Sobre o novo modelo da Zona Azul, o prefeito levantou a possiblidade de participação da própria Guarda Civil Municipal, sobretudo em ações de fiscalização e de supervisão do sistema. A iniciativa deverá ser viabilizada por meio de processo licitatório do tipo pregão, que é mais célere. Haverá, com isso, a implantação de um sistema novo, moderno e informatizado.

Zona VerdeO prefeito campinense também cogita implantar a chamada Zona Verde em áreas específicas da cidade, a exemplo do bairro da Prata. Com isso, ao invés de duas horas, o usuário terá o direito de contar com quatro horas de estacionamento, sobretudo em setores onde estão instaladas clínicas e hospitais, limitando-se a zona azul na área central da cidade.

Integração temporal

Romero Rodrigues também fez avaliação positiva da fase experimental do cartão temporal implantado este ano em Campina Grande. Informou que, só na última terca-feira, 29, mais de oito mil pessoas usifruiram do novo sistema.

“Trata-se de um serviço a mais que só oferece soluções e vantagens para a comunidade. O usuário pode fazer a sua própria rota, sem custos adicionais, mantendo-se também o terminal físico de integração. Por isso, a fase experimental vem sendo marcada por sucesso, mas tem caráter flexível para se fazer as mudanças necessárias. O certo, porém, é que com o passar do tempo, a população vai tirar as suas dúvidas e aos poucos a comunidade aceitará o novo sistema”, afirmou.

Fonte: Codecom

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