Campanha contra pólio termina segunda e meta ainda não foi alcançada

vacinacao_polioA 36ª Campanha Nacional contra a Poliomielite em Campina Grande imunizou 63,21% do público-alvo, o que representa 17.422 crianças que estão na faixa etária adequada para receber a vacina. A meta é vacinar 95%, 26.184, e a campanha já termina na próxima segunda-feira, 31.

A campanha começou no dia 15 de agosto com um dia ‘D’ de mobilização contra a doença. Algumas Unidades Básicas de Saúde – UBS, abriram as portas nos finais de semana e no período da noite para vacinar as crianças, mas mesmo assim, a meta ainda não foi atingida. As crianças que podem ser vacinadas são aqueles que têm entre seis meses de vida até 4 anos, 11 meses e 29 dias. Mesmo as crianças que já se protegeram contra a paralisia infantil (pólio) em anos anteriores, mas que ainda continuam dentro da faixa etária, devem se vacinar outra vez, até que completem 5 anos.

“O Ministério da Saúde não sinalizou nenhuma intenção de prorrogar a campanha porque o objetivo é alcançar a meta dentro do prazo. Por isso, é importante que os pais levem os seus filhos para vacinar na próxima segunda-feira com o cartão de vacina”, disse a Coordenadora de Imunização da Secretaria de Saúde do município, Miralva Cruz.

Não há fortes contraindicações para a vacina. Ela é aplicada via oral, não dói, e apenas duas gotas representam uma dose. A fase mais vulnerável à paralisia é a que compreende a faixa de idade entre seis e onze meses de vida. A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave, que provoca a paralisia dos membros inferiores. Ela é causada e transmitida por um vírus que entra geralmente por meio da boca ou do nariz da criança. O polivírus não é registrado no Brasil há 26 anos.

Simultaneamente também está sendo realizada a Campanha Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação. Crianças até 4 anos de idade podem receber outras vacinas que protegem contra pneumonia, meningite, otite, sinusite, hepatites, rotavírus, sarampo, caxumba, rubéola, difteria, tétano, coqueluche e influenza.

Fonte: Codecom

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