Cinco anos de municipalização do Pedro I: Mais de 10 mil cirurgias eletivas são realizadas

Esta semana completaram-se cinco anos desde a municipalização do Hospital Pedro I. A Prefeitura de Campina Grande municipalizou os serviços da unidade no fim de outubro de 2013 e, desde então, tem consolidado os serviços do hospital. A alta complexidade é um dos focos da gestão e, durante os cinco anos, mais de 10 mil cirurgias eletivas foram realizadas.

As cirurgias realizadas são de ginecologia, ouvido, nariz e garganta, vascular, cirurgia geral, cardiologia, neurologia e mastologia. Várias reformas foram feitas nas cinco salas de cirurgias, na sala de Recuperação Pós-anestésica-RPA e na Central de Material e Esterilização – CME, e o serviço foi sendo ampliado a cada ano.A unidade também se tornou referência em exames de imagem, realizando um total de mais de 2 mil procedimentos por mês. Os exames são de mamografia, ultrassonografia, tomografia, espirometria, eletrocardiograma, raio-x e ecocardiograma. O Centro de Imagem recebeu novos equipamentos nesse período, como mamógrafo e tomógrafo, e passou a realizar exames até no período da noite e nos finais de semana.

Em 2016 também foi criado o Pedro I Especialidades, um espaço de consultas e exames que realiza mais de 500 procedimentos por mês. As consultas são nas especialidades de anestesia, cardiologia, cirurgia geral, ginecologia, mastologia, cirurgia pediátrica, otorrinolaringologia, urologia e medicina vascular. Neste mesmo ano, o hospital ganhou ainda a Ala Geriátrica, que tem 20 leitos específicos para o atendimento ambulatorial e internação de idosos. Os dois novos serviços foram abertos em parceria com a Unifacisa.Também em 2016 o hospital recebeu o Ambulatório Especializado em Microcefalia, que atendeu até mais de 100 crianças com a Síndrome Congênita do Zika Vírus no momento inicial da descoberta. As famílias foram encaminhadas posteriormente para o Centro Especializado em Reabilitação, outro serviço que também foi municipalizado na gestão.

No ano passado, uma nova conquista foi alcançada, com a abertura do atendimento odontológico a pacientes com necessidades especiais dentro do ambiente hospitalar, serviço pioneiro no Nordeste, compreendendo desde os procedimentos simples até cirurgias de alta complexidade para os deficientes.
Nestes cinco anos também foram feitas melhorias estruturais, como a reforma e ampliação da UTI. A prefeitura não somente evitou que o mais antigo hospital de Campina Grande, que foi fundado pela Maçonaria, fosse fechado, como também ampliou os serviços, democratizou ainda mais o acesso e tornou o Pedro I em uma referência em saúde pública no estado. “Temos muito orgulho de ter mantido em funcionamento esse hospital tão importante. Nestes cinco anos o Pedro I avançou muito e espero que ele se mantenha sendo essa unidade preponderante para a saúde da cidade”, avaliou o prefeito Romero Rodrigues.

Fonte: Codecom

 

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