Revista da Associação Médica exalta investimentos feitos no ISEA

iseaA mais nova edição da revista da Associação Médica de Campina Grande traz matéria exaltando a nova estrutura do Instituto Elpídio de Almeida, destacando o investimento de R$ 3 milhões em obras para ampliação dos serviços da maternidade.

Ao desfilar as melhorias, a publicação da AMCG destaca que a maternidade vai ganhar novo Centro de Parto Normal e nova UTI Neonatal. “O Banco de Leite Humano da maternidade vai ser ampliado, assim como o setor de acolhimento, que vai contar com enfermaria para observação e salas para pequenos procedimentos”, enfatiza.

Na fase de construção, destaca a matéria, a nova sede da Casa da Gestante vai funcionar dentro do próprio ISEA. “Atualmente, o serviço, inaugurado em 2013, funciona num imóvel alugado próximo da maternidade e abriga as parturientes de outros municípios. A Casa da Gestante beneficia principalmente aquelas mães que precisam acompanhar os filhos internos na UTI neonatal ou que necessitam e acompanhamento médico. O espaço é humanizado e lembra uma residência comum, com quartos, cozinha, sala e área de serviço, mas também conta com acompanhamento de profissionais da  Saúde”, informa.

A matéria prossegue destacando que outra medida importante nesses últimos dois anos foi a implantação da UTI Obstétrica. “Hoje, o ISEA é a única maternidade pública da Paraíba a contar com leitos especializados para tratamento intensivo. A UTI foi implantada em junho de 2014 e marcou o fim das transferências das pacientes em estado grave do hospital para centros   intensivos de outras unidades hospitalares da cidade. Com isso, o tempo de resposta ao início tratamento diminuiu, assim como o risco das parturientes contra infecções”, registra.

Diz a matéria   que quando questionada sobre os desafios para que ainda precisam ser superados na assistência à gestante aos recém-nascidos na cidade, a secretária municipal de Saúde, Luzia Pinto, afirmou que além e continuar investindo na humanização do atendimento, é preciso buscar alternativas para o financiamento das ações de saúde pública por parte do Governo Federal. “Mesmo funcionando há quase um ano, a UTI Obstétrica do ISEA, por exemplo, ainda não foi habilitada pelo Ministério da Saúde. Ou seja, estamos financiando um serviço de alta complexidade com recursos próprios, explicou Luzia.

A matéria finaliza enfocando ainda  as palavras da secretária de Saúde de Campina Grande, que garante que mesmo com os desafios, a organização e a gestão eficiente das redes de atenção à saúde do município tem possibilitado a garantia do direito ao parto de qualidade, não so às gestantes campinenses, como a milhares de mulheres que dão a luz na cidade. “Estes avanços estão sendo possíveis graças à sensibilidade do prefeito Romero Rodrigues, que dá prioridade às ações de desenvolvimento humano”, concluiu.

Fonte: Codecom

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