Sai nova pesquisa de preços do gás de cozinha e da água mineral vendidos em Campina

Já está disponível no site do Procon de Campina Grande, http://procon.campinagrande.pb.gov.br/ a mais recente pesquisa de preços referente a comercialização do garrafão de 20 litros da água mineral e do botijão de 13 quilos do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha. A coleta de dados foi realizada no dia 7 deste mês em 35 estabelecimentos comerciais da cidade.

Segundo o relatório do Procon, com relação ao garrafão de água mineral, dependendo da marca e do estabelecimento, o consumidor pode economizar até dois reais na aquisição do produto. Já o botijão de gás, o preço médio, segundo os estabelecimentos visitados é de R$ 69,81. Ou seja, o produto pode ser encontrado na cidade com preços que variam de 65 a 75 reais.

Como sempre a pesquisa considera 4 (quatro) marcas de água mineral, são elas: Indaiá, Itacoatiara, Santa Vitória e Sublime. Destas a que apresentou o valor mais alto encontrado foi a água da marca Indaiá, o preço do produto chega a 10 reais dentre os estabelecimentos visitados. E a Santa Vitória foi a que apresentou o menor preço, pode ser encontrada por 5 reais.

O Procon orienta ao consumidor que não se deve dispensar uma pesquisa prévia antes da compra, pois um produto de mesma marca pode apresentar uma variação de preços considerável entre os estabelecimentos comerciais. A exemplo da água Sublime que pode ser encontrada por valores que variam de 6 a 8 reais.

Já o preço médio encontrado para o gás de cozinha em Campina Grande segundo os estabelecimentos visitados é de R$ 69,81. E a variação percentual entre o menor e o maior valor encontrado para este mês foi de 15,38%. Podemos encontrar o produto aos preços que variam de 75 a 65 reais.

Ainda com relação ao gás de cozinha, o coordenador executivo do Procon de Campina, Rivaldo Rodrigues traz algumas orientações.

São elas:

“O consumidor deve comprar o botijão sempre em revendedor autorizado pela Associação Nacional do Petróleo (ANP), pois quem negocia com comerciantes ilegais perde os direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor; deve-se evitar comprar de estabelecimentos que deixam botijões empilhados na calçada, amarrados a postes ou guardados em locais sem sinalização. Observe se os entregadores usam identificação da distribuidora. Se desconfiar do peso, peça para pesar o botijão. Lembre-se de que o entregador em domicílio não tem obrigação de ter balança. Exija e guarde sempre a nota fiscal. Ela é seu documento para alguma reclamação. E só compre botijões que tenham lacre e rótulo com instruções de uso, nome e telefone da distribuidora. E não deixe de verificar a validade do produto, a idade do botijão não pode ultrapassar 15 anos. E por fim nunca compre botijão danificado, amassado ou enferrujado”, orienta Rivaldo Rodrigues.

Para conferir a pesquisa na íntegra acesse o link http://procon.campinagrande.pb.gov.br/pesquisa-agua-e-gas-novembro-2018/ .

Fonte: Codecom

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