Semas promove confraternização para usuários do Centro POP

confraternizacao_centro_popO Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP), coordenado em Campina Grande pela Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), realizou na tarde desta sexta-feira, 2, uma confraternização para os usuários da unidade. O local escolhido foi o Parque da Criança, onde equipes de atendimento e usuários fizeram um piquenique.

O Centro POP atende homens e mulheres, com idade entre 18 até 60 anos, que estão em situação de rua e risco social, muitos deles com os vínculos familiares rompidos por causa do uso de substâncias psicoativas. Alguns utilizam locais públicos do município, como as praças, viadutos e logradouros, como morada ou apenas para pernoite.

Atualmente a unidade atende quatro usuários que, espontaneamente, buscaram ajuda no Centro POP. O objetivo destes usuários é buscar uma melhor qualidade de vida e conseguir tratamento adequado para abandonar o uso de drogas. A partir da triagem, realizada pelos profissionais do Centro POP, os mesmos são encaminhamos para os centros de recuperação, locais para retirada de documentação e atendimento à saúde.

O piquenique no Parque da Criança foi promovido pelos estagiários da unidade. O Centro POP conta com seis estagiários do curso de Psicologia (Universidade Estadual da Paraíba) e um do curso de Serviço Social (Faculdade Maurício de Nassau). Os estagiários participaram de uma roda de conversa e promoveram palestras, através da supervisão da psicóloga da unidade, Kátia Suzana.

A estagiária de Psicologia, Jéssica Guedes, destacou que depois de passarem pelo Centro POP alguns usuários chegam a ser inseridos no mercado de trabalho, conseguem retirar sua documentação e até mesmo obter benefícios sociais, como aposentadoria por deficiência.

“Buscamos, juntamente com os profissionais do Centro POP, fazer com que os usuários também se sintam responsáveis pelo processo de crescimento e mudança nas suas vidas. Como viveram experiências muito dolorosas, nas ruas e nas suas famílias, fazendo com que eles saíssem de casa, muitas vezes eles se sentem apenas como vítimas. Nós queremos fazer com que eles entendam e acreditem que, pela força de vontade e auxílio da equipe técnica da unidade, poderão mudar e alcançar objetivos que, antes, nem pensavam em conseguir”, relatou Jéssica.

Fonte: Codecom

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